Normalmente eu iria começar os relatos que passei nos meus últimos dias, porém eu vou deixar isso para depois e colocar aqui algo que primeiramente com a intenção de ser escrita no twitter, mas a cada hora os pensamentos que iam surgindo de mim era maiores do que 140 caracteres. Se algo mexeu tanto comigo, porque não escrevê-lo no blog ao invés de lotar o twitter com frases cortadas?Acredito que deverão notar ao decorrer do que for escrito o quando mexeu comigo, o quando mexeu comigo um livro, apenas um livro.
Terminei a poucos instantes o livro chamado "A menina que roubava livros", quando vi o livro pela primeira vez na Americanas, logo pensei que um livro com uma capa tão linda e um título que me fez chamar a atenção de primeira deveria ser bom, não me enganei. Quem iria resistir a um livro que possuia em sua contra-capa a frase "Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler". A curiosidade foi grande que me fez baixar na internet o livro, comecei a ler. Quando comecei a ler logo me senti encomodada. Como alguém consegue ler na internet?
Mas as poucas páginas li me fez pensar o quanto valia a pena tê-los em mãos, foi nesse pensamento que resolvi comprar o livro, e foi a melhor coisa que fiz. Peguei nas mãos e examinei cada parte antes de começar a lê-lo, cheguei a ver o nome da editora "Intrínseca" de tripa seca, Hahahaha. Mas você acaba sabendo o quão bom é um livro desde seu começo, quem lê deve deduzir que estou falando pela história que abre o livro, estão engadas. Você acaba vendo que o livro é bom quando vê o jeito que o escritor transmite a história, não apenas despejá-la a fim de criar uma história, mas diante de uma boa história é conseguir demonstrar com um afeto que só os bons escritores sabem fazer, foi isso que senti quando comecei a ler "a menina". Você começa a ler a fim de descobrir coisas do tipo:
Quantos livros ela vai roubar?
Qual vai ser seu primeiro livro?
Quando ela vai começar a roubar?
Até quando ela irá roubar?
Qual será a ligação dela com os livro?
Mas quando você segue a história de Liesel, a menina roubadora de livros, você acaba sendo "jogada" para vários rumos que os capítulos vão te levando. O íncrivel da história é que no decorrer ela vai monstrando desde contextos históricos, palavras alemãs, a história de um menina, mas também do seu modo, acaba relatando algo além de uma história, algo além do coração humano e sua capacidade de entender coisas que deveriam sim ser básica. A cada capítulos que se vão, a história vai seguindo o seu rumo diferente sem deixar de estar interligada ao primeiro capítulo, a menina e sua vida simples e cheia de significados.
Como eu poderia definir Liesel? Como poderia definir Frau Hubermman, a senhora baixa de corpo de guarda-roupa que amava chamar aqueles que mais amava de Saumensch ou Surkel? ou Hans Hubermman, com seus olhos de prata e acolhedor?
Não o farei, gostaria de despejar aqui todo o encantamento que o livro me trouxe e não conta-la e acabar estragando o doce jeito da descoberta a cada frase que a morte falava. A cada frase, a cada relato, a cada capítulos e assim por diante, vem o encatamento de descobrir o que vinha a seguir. No começo, como dito anteriormente, nossa cabeça fica fixada em saber o porque do "roubava livros", depois você acaba seguindo o pensamento ligado a Alemanha Nazista, depois o pensamento fixa-se em apenas saber "Como termina isso?". E nessa forma o livro acaba de prendendo de tal forma que você consegue "devorar" páginas e páginas até ficar com os olhos cansandos de ler e mesmo assim querer seguir adiante, nem todos os livros conseguem fazer você gostar tanto ao ponto que você mergulha na história onde você ri e chora com o personagem. Sim, no seu último capítulo eu chorei com a história e a maravilha de texto que estava a minha frente.Saboriei cada parte que o livro me deu e agora satisfeita com o tudo que ele me deu, eu recomendo maior livro que eu li até hoje e o livro que está na lista dos meus livros gloriosos ao lado dos livros de Machado de Assis. Acho que por mais que eu tente escrever o quão bom ele é, ainda será insuficiente. Agora penso, terminei o livro que me fez chorar e eu próximo livro será "Marley & Eu", A vida e o amor ao lado do pior cão do mundo. Bom, acho que eu estou pedindo para ocorrer o mesmo que houve no final da "A menina que roubava livros".
"Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler"
Apenas leia, saumenschs
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